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ONU: protestos na Venezuela deixaram mais de 40 mortos

Polícia de choque reprime manifestantes na Venezuela em protesto contra presidente Nicolás Maduro, em 23 de janeiro de 2019, em Caracas. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 29. janeiro 2019 - 14:06
(AFP)

Mais de 40 pessoas foram mortas e centenas foram presas durante a última semana de protestos contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, informou a ONU nesta terça-feira.

O porta-voz do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Rupert Colville, disse à imprensa que "se acredita que algo mais de 40 pessoas foram mortas de maneiras diferentes".

Entre as vítimas, segundo Colville, pelo menos 26 foram mortos "supostamente por tiros disparados por forças de segurança ou grupos armados pró-governo durante as manifestações".

Na véspera, um relatório apresentado pela ONG Provea apontou que pelo menos 35 mortos e 850 detidos foram o balanço de uma semana de distúrbios e protestos na Venezuela.

"Temos uma cifra confirmada, com nome, sobrenome, local e supostos responsáveis, de 35 pessoas mortas no contexto das manifestações desde segunda-feira passada", informou Rafael Uzcátegui, diretor do Programa Venezuelano de Educação-Ação em Direitos Humanos (Provea).

A Venezuela atravessa uma grave crise política desde que o líder da oposição, Juan Guaidó, se autoproclamou na semana passada como presidente interino do país contra Nicolás Maduro.

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