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(Janeiro) Integrante do ELN em Alto Baudo

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A ONU contempla apoiar a verificação do cessar-fogo temporário assinado entre a Colômbia e sua última guerrilha ativa, o ELN, passo decisivo para alcançar a paz no país andino após o acordo implementado com as Farc.

O Conselho de Segurança estudará "a melhor forma de apoiar" o processo com o Exército de Libertação Nacional (ELN), declarou à imprensa o atual presidente do organismo, o embaixador da Etiópia Tekeda Alemu, após uma reunião sobre a Colômbia.

A embaixadora colombiana na ONU, María Emma Mejía, disse aos repórteres que o presidente Juan Manuel Santos "solicitou ao secretário-geral, de acordo com as partes, que as Nações Unidas mais uma vez acompanhem este processo de verificação" de cessar-fogo com o ELN.

A ideia "é que nesta fase transitória, nesses 102 dias, (a ONU) possa acompanhar a Igreja Católica" na verificação do cessar-fogo, indicou.

O acordo entre o ELN e Bogotá entrará em vigor em 1 de outubro, durante um período inicial de 102 dias.

Em 25 de setembro, terminará a primeira missão da ONU na Colômbia, encarregada de supervisionar o desarmamento dos ex-combatentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

No dia seguinte, uma segunda missão política começará, a fim de ajudar os quase 10 mil ex-rebeldes a retornar à vida civil.

O histórico acordo de paz com as Farc alcançado em 2016, após quatro anos de negociações em Cuba, encerraram 53 anos de conflito armado em que também participaram outras guerrilhas, grupos paramilitares e agentes estatais, deixando mais de 260 mil vítimas.

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AFP