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Sírios deslocados que fugiram do grupo Estado Islâmico chegam no vilarejo de Hawi al-Hawa

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A ONU informou nesta quarta-feira estar preocupada com o destino de milhares de pessoas presas em meio aos combates na cidade síria de Raqa, sem acesso à ajuda humanitária.

"Uma estimativa de 10.000 a 25.000 pessoas permanecem presas na cidade, embora as cifras exatas sejam difíceis de verificar devido à situação no terreno", disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric.

Uma aliança curdo-árabe apoiada por Washington entrou há dois meses em Raqa e tenta desde então recuperar esta cidade, localizada no norte do país e convertida a principal frente do grupo extremista Estado Islâmico (EI) na Síria.

"Recordamos a todos os atores militares sobre as suas obrigações para proteger os civis e assegurar o acesso humanitário [à área], em concordância com o direito internacional humanitário", disse Dujarric durante o seu comparecimento diária diante da imprensa.

Em julho, organizações humanitárias distribuíram ajuda, incluindo comida e remédios, a 263.000 pessoas em pelo menos 46 pontos da região de Raqa, explicou o porta-voz.

A luta por Raqa provocou a fuga de dezenas de milhares de civis, muitos deles feridos durante os confrontos ou por artefatos explosivos colocados pelo EI.

AFP