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ONU quer inserir mudanças climáticas em políticas de saúde

Fumaça sai de fábrica na cidade francesa de Haubourdin, em 31 de outubro de 2013 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. julho 2014 - 18:44
(AFP)

Duas agências da ONU anunciaram nesta terça-feira, a criação de um gabinete conjunto para ajudar a combater a ameaça que as mudanças climáticas e os fenômenos climáticos extremos representam para a saúde, como as ondas de calor.

Segundo cientistas, as inundações, as secas, os temporais e a elevação do nível do mar vão fortalecer doenças como malária, dengue e cólera.

A nova unidade criada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pela OMM (Organização Meteorológica Mundial) terá como objetivo prestar assessoria sobre os perigos para a saúde vinculados às mudanças climáticas.

"As mudanças climáticas estão causando um aumento de fenômenos extremos, como as ondas de calor e as fortes chuvas, o que tem um grande impacto na saúde humana", declarou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, em um comunicado.

De acordo com Clare Nullis, porta-voz da OMS, o setor da saúde pede cada vez mais assessoramentos confiáveis sobre temas climáticos e meteorológicos.

A nova unidade começará a funcionar com um programa para ajudar o Malauí e a Tanzânia a incorporarem informações sobre temas climáticos e meteorológicos ao planejamento de suas políticas sanitárias.

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