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(Agosto) Combatentes huthis na capital do Iêmen

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O representante especial da ONU no Iêmen, Ismail Uld Sheij Ahmed, voltou a pedir nesta terça-feira (10) o fim da guerra no Iêmen, e disse estar trabalhando em "medidas" para facilitar as negociações de paz em discurso no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

"Há uma necessidade crescente de concluir um acordo para por fim à guerra e formar um novo governo que represente todos os iemenitas", afirmou o encarregado da ONU.

"É preciso por fim ao sangue derramado" e "não se acostumar à guerra", insistiu nesta reunião pública do Conselho, que foi seguida de consultas a portas fechadas.

Durante estas consultas, "os membros do Conselho de Segurança reafirmaram a necessidade de todas as partes, em particular dos huthis, de se comprometer de forma significativa com a proposta global para a paz do enviado especial da ONU e de avançar rumo a um cessar-fogo e a resolução do conflito", declarou após a reunião o embaixador francês, François Delattre, presidente em exercício do Conselho.

"Os membros do Conselho de Segurança lamentam fortemente a ausência de progresso do processo político e a deterioração da situação humanitária", acrescentou.

A guerra no Iêmen opõe forças pró-governamentais, apoiadas pela Arábia Saudita e agrupadas no sul, a uma aliança rebelde de huthis junto ao ex-presidente Ali Abdalá Saleh que controla o norte e a capital desde setembro de 2014.

Desde março de 2015, quando se iniciou a campanha militar de vários países liderados pela Arábia Saudita contra os rebeldes huthis apoiados pelo Irã, o conflito causou 8.500 mortos e 49.000 feridos e provocou uma grave crise humanitária, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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AFP