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Sírio é levado pela Defesa Civil para um hospital em Maaret al-Noman depois de um suposto ataque químico em Khan Sheikhun, em 4 de abril de 2017

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As amostras extraída de dez vítimas do ataque contra a localidade síria de Khan Sheikhun demonstram de maneira indiscutível que foram expostas a gás sarin, afirmou nesta quarta-feira o chefe da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ).

"As amostras indicam uma exposição ao sarin ou a substâncias similares ao sarin (...) os resultados analíticos obtidos são indiscutíveis", declarou Ahmet Uzumcu, chefe da OPAQ.

O ataque de 4 de abril em Khan Sheikhun, na província de Idlib (noroeste da Síria), resultou em 87 mortos, incluindo inúmeras crianças.

A OPAQ conseguiu amostras de três das vítimas e as analisou em dois laboratórios, explicou Uzumcu ante o Comitê Executivo da organização.

Outras mostras de sete pessoas hospitalizadas também foram analisadas em outros dois laboratórios.

Uma missão da OPAQ, organização criada em 1997 pelos Estados, que assinaram a Convenção para a Proibição de Armas Químicas, está pronta para ir ao local dos fatos se a situação de segurança permitir, explicou.

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