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O vice-ministro sírio das Relações Exteriores, Faysal Mokdad, sai de um hotel em Damasco, onde se hospedam os especialistas da Opaq, em 15 de abril de 2018

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A Organização para Proibição das Armas Químicas (OPAQ) iniciou nesta segunda-feira uma reunião em Haia sobre o suposto ataque químico de Duma.

A reunião foi convocada em caráter de urgência após o suposto ataque químico de 7 de abril contra o reduto rebelde sírio de Duma, que provocou uma semana depois os bombardeios seletivos dos Estados Unidos, França e Reino Unido contra alvos militares sírios.

Uma equipe de especialistas da OPAQ iniciou no domingo uma investigação na Síria.

A Rússia afirmou nesta segunda-feira que não vai interferir no trabalho da OPAQ na Síria.

"A Rússia confirma seu compromisso de garantir a segurança da missão e não vai interferir em seu trabalho", escreveu em sua conta no Twitter a embaixada russa em Haia, cidade em que fica a sede da OPAQ.

Mas o país voltou a criticar Washington, Paris e Londres pelos bombardeios do fim de semana, que para Moscou seriam uma tentativa de "acabar com a credibilidade" da missão.

A reunião desta segunda-feira envolve o conselho executivo da OPAQ, que tem 41 membros dos 192 países que integram a organização.

O vice-ministro sírio das Relações Exteriores, Faysal Mokdad, visitou no domingo o hotel em que a missão da OPAQ está hospedada em Damasco, onde permaneceu por três horas, segundo uma correspondente da AFP.

Não foi confirmado até o momento se a equipe da OPAQ visitou Duma, como anunciou um funcionário do governo sírio à AFP .

"Deixaremos a equipe fazer seu trabalho de maneira profissional, objetiva, imparcial e longe de qualquer pressão. Os resultados da investigação desmentirão as acusações" contra o regime de Damasco, disse uma fonte síria.

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AFP