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Oficiais da Polícia Nacional venezuelana na entrada de penitenciára em Caracas em 16 de abril

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Nove pessoas morreram em uma vasta operação realizada nesta terça-feira contra a delinquência em Caracas e nos municípios vizinhos, com a participação de mais de 3 mil militares e policiais, informaram as autoridades.

"Temos um saldo de nove pessoas abatidas. Morreram ao enfrentar" as autoridades, disse o general Sergio Rivero, da Guarda Nacional, em um relatório entregue durante o programa semanal de TV do presidente Nicolás Maduro.

Rivero assinalou que os homens mortos pertenciam a quadrilhas que agem em Caracas e nas cidades vizinhas de Coche, El Valle, Cementerio, Cota 905, Barlovento e Ocumare del Tuy.

A batida, que contou com a participação de promotores, faz parte da nova fase das chamadas Operações de Libertação do Povo (OLP), deflagradas no ano passado, destacou Maduro.

O comando militar assinalou que 15 pessoas procuradas foram presas por homicídio, narcotráfico e roubo. A operação também deteve 80 colombianos em situação ilegal no país.

Maduro denunciou que membros de quadrilhas da Colômbia se infiltraram na Venezuela para praticar crimes como sequestro e tráfico de drogas com delinquentes venezuelanos.

Segundo o presidente, esta associação tem um perfil "paramilitar" e pretende desestabilizá-lo.

A Venezuela registrou 4.696 assassinatos entre janeiro e março de 2016, sendo uma das nações sem conflito armado mais violentas do mundo.

AFP