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(5 ago) Bandeira do Mercosul é hasteada em frente à chancelaria da Venezuela, em Caracas

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A oposição venezuelana celebrou como uma derrota do governo de Nicolás Maduro a decisão dos sócios do Mercosul de impedir o país de exercer a presidência rotativa do bloco regional.

Maduro "foi derrotado pelo Mercosul, a comunidade internacional hoje está clara sobre a realidade (da Venezuela), onde se violam os direitos humanos e não há democracia", disse nesta quarta-feira Luis Florido, presidente da comissão de Política Externa do Parlamento, de maioria opositora.

Os fundadores do Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai - assumiram de forma colegiada a presidência do grupo no atual semestre, em vez de transmiti-la à Venezuela, anunciou nesta quarta-feira o ministério das Relações Exteriores do Brasil em nome do grupo.

Além disso, convocaram Caracas a cumprir com "suas obrigações" econômicas e de outras índoles até 1º de dezembro, sob pena de ser suspensa.

Florido disse que a declaração obriga Maduro a libertar os presos políticos e permitir a realização neste ano do referendo revogatório que a oposição impulsiona contra ele.

Ao mesmo tempo, considerou que a sanção lança por terra a Cúpula de Países Não-Alinhados, que começou na terça-feira na Isla de Margarita (norte da Venezuela), com a qual, segundo ele, o presidente busca arrumar as coisas ante o mundo para esconder que seu governo é uma "ditadura".

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AFP