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Presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, acompanhado da filha, Camila, em Manágua, em 9 de junho de 2017

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A Frente Ampla pela Democracia (FAD) da Nicarágua denunciou nesta quarta-feira fraude nas recentes eleições e acusou o presidente Daniel Ortega pelas sete mortes ligadas ao processo eleitoral.

"O que houve (no domingo) foi uma farsa eleitoral (...). O povo da Nicarágua invalidou estas eleições quando mais de 70% (dos eleitores) não participou", declarou a dirigente da FAD Violeta Granera.

A principal força da oposição considera que a abstenção - que o Tribunal Eleitoral situou em 48% - foi um "voto de castigo" contra o regime de Ortega e que o sistema eleitoral está "totalmente colapsado".

"O 'orteguismo' voltou a mostrar sua vontade de se impor pela força e por sua manipulação institucional", denunciou o FAD, aliança de partidos e organizações cívicas opositoras de diversas tendências políticas.

Segundo a aliança, as eleições não tiveram transparência e a violência foi provocada pelas "repetidas fraudes eleitorais e pelo desespero de comunidades que se sentem enganadas".

A FAD acusa Ortega como "responsável pelas sete mortes, por toda a violência na costa do Caribe e pela perseguição contra muitos cidadãos".

As autoridades reconhecem cinco mortes violentas em "incidentes isolados" em 13 municípios provocadas por partidários dos partidos de direita inconformados com a vitória da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), que conquistou 135 das 153 prefeituras em disputa.

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AFP