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(Arquivo) O opositor venezuelano Henrique Capriles

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O líder opositor venezuelano Henrique Capriles denunciou nesta quarta-feira (7) que ficou "sitiado" por quatro horas por grupos armados ligados ao chavismo ao chegar ao aeroporto da Ilha de Margarita, no norte do país.

"Já saímos (...) Ficamos quatro horas cercados por grupos armados do governo", disse Capriles em um vídeo exibido na rede social Periscope.

O ex-candidato à presidência responsabilizou diretamente o presidente Nicolás Maduro pelo incidente no aeropuerto internacional Santiago Mariño, no estado de Nueva Esparta, ao acusá-lo de "buscar um morto".

"É muito grave o que fez o governo de Maduro", completou Capriles

A denúncia foi feita dias depois de um protesto contra o presidente Maduro em Villa Rosa, periferia de Porlamar, maior cidade de Margarita. Segundo vídeos divulgados por líderes da oposição, os manifestantes cercaram o presidente, fazendo "panelaço", durante o trajeto que ele percorria a pé.

Quatro horas antes, Capriles havia divulgado outro vídeo, no qual alertava que estava sitiado por "grupos armados do governo, encapuzados (...) Aqui há pessoas, há crianças, não sou apenas eu".

O líder opositor explicou que negociou com as autoridades aeroportuárias a saída das pessoas que estavam retidas no local, mas que ele permaneceu no aeroporto ao lado de deputados e prefeitos opositores.

Entre sexta-feira e sábado da semana passada, 30 pessoas foram detidas após o protesto contra Maduro em Villa Rosa. Todas foram libertadas, com exceção do jornalista chileno-venezuelano Braulio Jatar.

O número dois do chavismo, Diosdado Cabello, negou as acusações de Capriles.

"Como ninguém dá importância, denuncia que está sendo perseguido. Está escutando vozes. Quem vai persegui-lo?", questionou Cabello, com ironia, em seu programa semanal na televisão estatal.

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AFP