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O líder opositor venezuelano, Leopoldo López, em Caracas, em 8 de julho de 2017

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O opositor venezuelano Leopoldo López pediu para que a luta continue contra o governo de Nicolás Maduro, em um vídeo gravado caso fosse enviado novamente para a prisão, como aconteceu nesta terça-feira.

"Se estão vendo este vídeo é porque vieram e me prenderam ilegal e injustamente. Sou um preso político", assinalou o dirigente na gravação feita em 17 de julho, na qual aparece sentado junto a sua esposa Lilian Tintori.

López pediu aos cidadãos que não cedam e afirmou que vale a pena lutar pela Venezuela e contra a Assembleia Constituinte convocada por Maduro, classificando-a de "aniquilação da República".

"Mesmo que a luta por minhas convicções, pela luta democrática, implicasse o risco de que voltariam a me prender, eu assumiria esse risco", acrescentou.

Leopoldo López e outro dissidente, Antonio Ledezma, ícones da oposição venezuelana que estavam em prisão domiciliar, foram detidos na madrugada desta terça-feira após seus apelos contra a Assembleia Constituinte.

López e Ledezma foram detidos por agentes do Serviço de Inteligência (Sebin).

Segundo o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), López e Ledezma foram levados de volta à prisão por supostos planos de fuga e suas declarações políticas.

AFP