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Um membro da oposição venezuelana leva a bandeira da Venezuela durante uma manifestação, em Caracas, no dia 27 de julho de 2016

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A oposição venezuelana denunciou nesta quarta-feira (3) agressões contra seus apoiadores durante uma manifestação a favor do referendo contra o presidente Nicolás Maduro, atribuindo-as a militantes pró-governo.

Segundo a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), os incidentes ocorreram na cidade de Los Teques, nos arredores de Caracas, onde dezenas de pessoas se concentraram para exigir ao poder eleitoral rapidez no trâmite da consulta.

A MUD publicou a denúncia em seu site, junto com fotografias de pessoas em confronto ou fazendo alusão a agressões, e entre elas uma deputada do Conselho Legislativo do estado de Miranda, ao qual Los Teques pertence.

A legisladora Clara Mirabal "foi perseguida por pessoas violentas diante do olhar complacente dos funcionários da GNB (Guarda Nacional Bolivariana)", assinalou a aliança, culpando "grupos afeiçoados" ao chavismo pelo incidente.

A mobilização foi convocada pelo ex-candidato à Presidência e governador de Miranda, Henrique Capriles, que liderou um ato similar na cidade de Barquisimeto (oeste).

Lá, o funcionário reiterou a jornalistas sua exigência ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) para que fixe imediatamente as datas em que a MUD deverá recolher as quatro milhões de assinaturas, a fim de convocar o referendo.

"Vamos nos mobilizar em todos os estados da Venezuela para tomar Caracas e ter a resposta que nos corresponde", declarou o governador, cuja convocatória foi acolhida nesta quarta-feira em outros locais do país, ainda que não de forma massiva.

Capriles não precisou quando se produziria uma mobilização na capital.

A MUD solicitou formalmente na terça-feira (2) o revogatório, depois de o CNE validar as 200.000 assinaturas exigidas para isto e habilitá-la como promotora da consulta.

A entidade tem quinze dias para responder a esse pedido.

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AFP