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Outro membro do partido de Morales é preso na Bolívia

(2008) O então deputado Gustavo Torrico (d) participa de sessão do Congresso em La Paz afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. fevereiro 2020 - 21:08
(AFP)

Um alto dirigente do partido de Evo Morales, Gustavo Torrico, foi preso nesta quinta-feira (6) na Bolívia sob acusações de sedição e terrorismo. O ex-presidente exige "justiça e liberdade" para vários dos seus colaboradores presos ou perseguidos.

Em conversa com jornalistas enquanto era levado à prisão pela promotoria, Torrico negou as acusações.

"Não entendo porque me algemaram. Da minha parte não há sedição, prenderam um militante (do Movimento Ao Socialismo, o MAS) e continuarei sendo um militante", disse.

O dirigente é acusado de ter declarado nos dias em que houve uma convulsão social, que antecedeu a anulação das eleições de outubro, que o MAS defenderia o governo de Morales.

Outros ex-ministros bolivianos como Juan Ramón Quintana (Presidência), Vilma Alanoca (Cultura) e Javier Zabaleta (Defesa), refugiados desde novembro na embaixada do México, também são acusados de sedição e por terrorismo.

O ex-ministro do governo, Carlos Romero, encontra-se preso preventivamente enquanto é investigado, e o ex-ministro da Coordenação de Movimentos Sociais, Alfredo Rada, também responde por sedição.

Morales, que também é processado pelas mesmas razões, pediu "justiça e liberdade" para os seus aliados, porque "não cometeram nenhum delito".

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