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Países do TIAR preparam lista de funcionários venezuelanos para sanções

Membro da oposição venezuelana Julio Borges, designado pelo líder opositor Juan Guaidó como representante das Relações Exteriores, durante entrevista em Bogotá no dia 18 de setembro de 2019. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. outubro 2019 - 01:09
(AFP)

Países signatários do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) preparam listas de pessoas ligadas ao governo de Nicolás Maduro passíveis de sanções, revelou nesta terça-feira em Washington um alto representante da oposição venezuelana.

Julio Borges, representante para Relações Exteriores do líder opositor venezuelano Juan Guaidó, disse que uma comissão técnica do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) iniciou esta semana uma relação de pessoas ligadas a Maduro que poderão ser alvo de sanções por violações dos direitos humanos, corrupção e lavagem de dinheiro.

"Sobre estas três áreas estão construindo uma lista para, pela primeira vez, se estabelecer sanções concretas em nível latino-americano. É um enorme passo para impor uma enorme pressão" sobre o governo Maduro, avaliou Borges em declarações à imprensa.

Estas recomendações serão levadas à próxima reunião de chanceleres dos países signatários do TIAR, prevista para a primeira semana de dezembro, "para que possam decidir de maneira vinculante as medidas".

Borges não precisou os nomes ou a extensão das listas.

Em 23 de setembro, 16 dos 19 países membros do TIAR resolveram identificar pessoas e entidades associadas ao governo Maduro envolvidas em atividades ilícitas e vinculadas a redes de crime organizado.

A iniciativa, promovida pelos Estados Unidos, foi aprovada por Brasil, Argentina, Bahamas, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela, representada por delegados de Guaidó.

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