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Palestina recebe 150.000 doses de vacina da Pfizer contra a covid

Palestino aguarda resultado de seu teste de coronavírus no hospital Al Shefa na cidade de Gaza afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 12. agosto 2021 - 16:03
(AFP)

A Autoridade Palestina anunciou, nesta quinta-feira (12), que recebeu 150.000 doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer, em pleno aumento dos casos na Cisjordânia ocupada.

Um comunicado do Ministério da Saúde da Autoridade Palestina afirmou que dos quatro milhões de doses pedidas ao gigante farmacêutico, o território recebeu um milhão. O restante chegará em lotes até o final do ano, acrescentou.

A ministra da Saúde Mai Alkaila alertou no final de julho a chegada da quarta onda aos territórios palestinos e pediu à população para se vacinar devido à propagação da contagiosa variante delta.

O governo também afirmou que os funcionários não vacinados não receberão salário até que se vacinem.

As autoridades informaram 199 novos casos de coronavírus nesta quinta-feira na Cisjordânia ocupada, onde vivem 2,8 milhões de palestinos. Em julho, o território registrava apenas algumas dezenas de casos.

Neste território, 2.503 pessoas morreram de coronavírus, entre 200.838 casos. Na Faixa de Gaza, houve 1.111 mortes por 117.985 casos.

Nesta quinta-feira, a Autoridade Palestina entregou 100.000 doses em Gaza, um enclave de dois milhões de habitantes dirigido pelo grupo islamita Hamas.

Quase metade das doses é da vacina russa Sputnik V, o restante é da Pfizer.

Na Faixa de Gaza e Cisjordânia, 626.300 pessoas receberam ao menos uma dose da vacina e 427.000 obtiveram o esquema completo.

Em Israel, mais da metade da população, cerca de 5,4 milhões de pessoas, receberam duas doses.

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