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O papa Francisco acena aos fiéis na Praça de São Pedro, no dia 3 de setembro de 2017, no Vaticano

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O papa Francisco enviou aos colombianos uma mensagem em vídeo nesta segunda-feira na qual assegura que viaja na quarta-feira para a Colômbia como "peregrino de esperança e paz", segundo o texto divulgado pelo gabinete de imprensa da Santa Sé.

"Querido povo da Colômbia, dentro de poucos dias visitarei o vosso país. Irei como peregrino de esperança e paz", anunciou o pontífice a dois dias de empreender uma visita histórica de quatro dias à Colômbia para impulsionar a reconciliação.

Na mensagem, o pontífice argentino reconhece "a constância em busca da paz e da harmonia" do povo colombiano e assegura que a paz que a Colômbia "quer há muito tempo e trabalha para consegui-la" dever ser "estável, duradoura, para nos vermos e nos tratarmos como irmãos, nunca como inimigos".

Francisco explica que escolheu como lema da viagem "Demos o primeiro passo" porque "nos recorda que sempre é necessário dar um primeiro passo para qualquer atividade e projeto. Também nos empurra a ser os primeiros a amar, para criar pontes, para criar fraternidade", disse.

Também disse se sentir "honrado de visitar essa terra rica de história, de cultura, de fé, de homens e mulheres que trabalharam com afinco e constância para que seja um local onde reine a harmonia e a fraternidade [...] onde dizer irmão e irmã não seja algo estranho, mas um verdadeiro tesouro a proteger e defender".

Como é seu costume, antes de terminar a mensagem, pede que "rezem por ele" e confessa que "desejo viver esses dias com vocês com ânimo gozoso, com gratidão ao Senhor".

Durante a sua estadia, até 10 de setembro, Francisco visitará quatro cidades, presidirá quatro missas para multidões, pronunciará 12 discursos e, sobretudo, se reunirá com vítimas e atores do conflito interno.

A terceira visita de um pontífice à Colômbia, depois da de Paulo VI em 1968 e a de João Paulo II em 1986, será marcada por uma série de gestos, mais do que palavras, em prol da reconciliação e da paz após a assinatura, em 2016, do acordo de paz com a guerrilha das Farc, que acabou com mais de 50 anos de conflito.

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AFP