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Papa fala a participantes de um congresso sobre a contribuição cristã para o futuro do projeto europeu.

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O papa Francisco lamentou neste sábado a baixa taxa de natalidade em uma União Europeia em que nascem poucas crianças e não consegue proporcionar referências religiosas a seus jovens.

"Frente à tradição, se preferiu a traição" aos ideais que contribuíram para o esplendor da Europa, insistiu Francisco, em uma nova mensagem dirigida à União Europeia (UE) ante participantes de um congresso sobre a contribuição cristã para o futuro do projeto europeu.

"À rejeição do que provinha dos pais, seguiu-se o tempo de uma dramática esterilidade. Não apenas porque na Europa se tem poucos filhos, e muitos são os que foram privados do direito de nascer, como também porque nos achamos incapazes de entregar aos jovens os instrumentos materiais e culturais para enfrentar o futuro", insistiu Francisco.

Ante vários dirigentes europeus, o Papa evocou a responsabilidade dos cristãos dentro de uma Europa que, devido a "um certo preconceito laicista", relegou a religião a "uma esfera puramente privada e sentimental".

Desde sua eleição em 2013, o argentino Jorge Bergoglio, o primeiro Papa não europeu, se mostra exigente em relação à União Europeia, que comparou a "uma avó cansada", durante um discurso no Parlamento Europeu de Estrasburgo, em 2014.

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AFP