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O papa Francisco segura um cachecol do seu time de coração, o San Lorenzo, durante uma visita à favela de Varginha, no Rio de Janeiro.

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"Hoje é um dia especial". Esta foi a frase pronunciada nesta quarta-feira pelo Papa Francisco, torcedor confesso do San Lorenzo, ao se referir à final da Copa Libertadores, que seu clube disputa contra o Nacional, do Paraguai, revelou um funcionário argentino do Vaticano.

O sumo pontífice fez este comentário antes de embarcar para a Coreia do Sul, onde participará das Jornadas da Juventude asiáticas, explicou à televisão argentina Guillermo Karcher, oficial do Protocolo do Vaticano.

Outra declaração relatada por Karcher supõe que o Papa não terá condições de assistir à partida. "Tomara que quando chegue (à Coreia do Sul) receba boas notícias", teria dito Francisco.

O Papa tampouco assistiu à final da última Copa do Mundo, que a Argentina perdeu por 1 a 0 para a Alemanha, mas naquela vez foi por escolha própria, "por uma questão de neutralidade".

Desde que seu torcedor mais ilustre chegou ao Vaticano, 'El Ciclón' viveu uma série de 'milagres'. No ano passado, estava à beira do rebaixamento, mas acabou dando a volta por cima e se sagrou campeão argentino em dezembro.

"Há dois anos jogávamos para não cair na segunda divisão, e hoje estamos a um passo de ficar no topo da América", declarou recentemente o presidente do clube, Matías Lammens.

Nesta quarta-feira, o San Lorenzo tentará acabar com um incômodo tabu: dos cinco 'grandes' do futebol argentino (os outros são Boca Juniors, Rivar Plate, Independiente e Racing), é o único que ainda não conquistou a Libertadores.

Na semana passada, o milagre foi paraguaio, já que o Nacional perdia o jogo de ida por 1 a 0, mas arrancou o empate no último minuto.

Poucas horas antes da partida de volta, os torcedores já falam em "fé e esperança" e esperam que o Papa reze por eles.

AFP