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Papa teme derramamento de sangue na Venezuela

(Arquivo) Papa Francisco afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. janeiro 2019 - 13:21
(AFP)

O Papa Francisco admitiu nesta segunda-feira que teme "um derramamento de sangue" na Venezuela e a violência que pode ser desencadeada pela crise política naquele país, em declarações a bordo do avião que o levou do Panamá para Roma.

"O que me assusta? O derramamento de sangue", disse ele aos 70 jornalistas que o acompanhavam na viagem.

O pontífice argentino reiterou que deseja uma "solução justa e pacífica" e reconheceu que não se pronunciou "sobre o que fazer porque seria uma imprudência pastoral de minha parte e causaria danos", afirmou.

"Eu tenho que ser equilibrado, eu não gosto da palavra equilibrado. Tenho que ser um pastor. E se precisam de ajuda, por consentimento comum, eles deveriam pedir por isso", enfatizou abrindo a possibilidade de um tipo de mediação.

Francisco confessou que considerou as declarações feitas quando rompeu o silêncio sobre a Venezuela durante sua estada no Panamá.

"Pensei nas palavras e repensei, e acho que com isso expressei minha proximidade, o que eu sinto", acrescentou.

"Eu sofro pelo que está acontecendo na Venezuela neste momento e é por isso que eu desejo que eles cheguem a um acordo", acrescentou.

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