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O empresário Bill Gates voltou a ser o homem mais rico do mundo.

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A saúde e a agricultura são a chave na África para superar a pobreza e promover o crescimento do continente, afirmou nesta quinta-feira o multimilionário americano Bill Gates, ao receber um título universitário honorífico na Etiópia.

"Fazendo as coisas bem nestes dois âmbitos, o benefício pode ser excepcional", disse Gates, que definiu a saúde e a agricultura como "fatores chave para tudo o que é necessário fazer".

Gates, o homem mais rico do mundo, e sua esposa são cofundadores da Fundação Bill e Melinda Gates, que luta pela saúde e contra a pobreza na África.

"O auge deste continente (...) sem dúvida se beneficiará de que os líderes aqui na Etiópia e através da África se abram e aprendam uns com os outros, e de suas populações", disse, em discurso na Universidade de Adis Abeba.

Gates recebeu seu diploma das mãos do primeiro-ministro etíope, Hailemariam Desalegn, que também indicou a agricultura e a saúde como "elementos chave" para alcançar o plano do país de alcançar "a condição de países de renda média".

Sete dos países com um crescimento mais rápido do mundo são africanos, mas Gates disse que um crescimento real só é possível medir por melhoras nas necessidades básicas, a saúde e alimentação.

"Se forem reduzidas as taxas de subnutrição e a mortalidade prematura, é possível alcançar níveis de produtividade que levarão não só à autossuficiência, mas também à condição de país de renda média", acrescentou.

Ele citou Etiópia, Libéria e Tanzânia como os países que conseguiram reduzir as taxas de mortalidade e disse que a Zâmbia liderava o caminho na luta contra a malária, que a cada ano mata umas 600 mil pessoas em todo o mundo.

AFP