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O chanceler paraguaio Eladio Loizaga, em Montevidéu, no dia 11 de julho de 2016

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O Mercosul deve retornar a suas raízes econômicas e terminar com o "companheirismo ideológico", disse nesta sexta-feira o ministro paraguaio das Relações Exteriores, Eladio Loizaga.

"O Mercosul deve voltar às suas raízes econômicas, de livre circulação de bens e deixar de lado o companheirismo ideológico; com cada país membro respeitando seu próprio processo político interno", declarou o chanceler antes de viajar ao Rio de Janeiro para a abertura dos Jogos Olímpicos.

Loizaga viajou ao Rio com o presidente Horacio Cartes, convidado para a abertura dos Jogos.

O chanceler afirmou que o Bloco se concentrará agora nos desafios envolvendo a negociação de um acordo de livre comércio com a União Europeia.

O objetivo "é fortalecer e nos concentrarmos nos desafios que surgem para o Mercosul em seus relacionamentos comerciais, porque temos que crescer e este é o tema da União Europeia".

Loizaga preferiu não falar sobre a Venezuela.

Na quinta-feira, o embaixador paraguaio em Caracas, Enrique Jara, foi chamado para consultas e seu vice-chanceler, Luis Avalos, convocou o representante da Venezuela em Assunção para manifestar o desagrado de seu governo com as últimas declarações do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

O presidente venezuelano qualificou de "tríplice aliança da direita extremista" a posição comum de Brasil, Argentina e Paraguai de ignorar a presidência temporária da Venezuela no Mercosul.

"Agora nos persegue (...) a oligarquia paraguaia, corrupta e narcotraficante. Agora nos persegue (o presidente Mauricio) Macri da Argentina, fracassado, repudiado por seu povo. Agora nos persegue a ditadura imposta no Brasil".

O Paraguai avalia retirar de Caracas seu embaixador enquanto persistir o governo de Maduro.

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AFP