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Pessoas participam de manifestação contra a homofobia, em Assunción, no dia 18 de maio de 2015. A polícia do Paraguai proibiu nesta terça-feira o uso de cartazes alusivos ao aborto, ao casamento gay ou aos camponeses sem terra durante a visita do papa

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A polícia do Paraguai proibiu nesta terça-feira o uso de cartazes alusivos ao aborto, ao casamento gay ou aos camponeses sem terra durante a visita de três dias que o papa Francisco realizará no país entre sexta-feira e domingo.

"A polícia, no seu papel de garantir o desenvolvimento normal das atividades (...) adotará medidas especiais de segurança para este evento tão esperado pelos paraguaios", disse o comunicado da polícia nacional.

"Não será permitida a colocação de faixas e/ou levar bandeiras obstruam a visibilidade, nem que contenham mensagens alusivas aos movimentos sociais, a favor do aborto, casamento gay e sem-terra", listou a polícia.

O Paraguai será a última escala de uma turnê sul-americana do Santo Padre, que está atualmente no Equador e que seguirá na quarta-feira para a Bolívia, no marco de sua primeira viagem oficial pelo continente desde que assumiu em março de 2013.

O papa argentino já esteve este ano no Rio de Janeiro, onde participou da Jornada Mundial da Juventude, um programa que estava inicialmente marcado pata seu antecessor, Bento XVI.

As autoridades alertaram que os militares vão confiscar e apreender todos os itens proibidos e os levarão ao Ministério Público.

Também não serão permitidas armas de qualquer tipo nem a distribuição, comercialização e consumo de bebidas alcoólicas "a todo o público geral ao longo do percurso" do papa.

Além disso, será proibido o acesso a pessoas alcoolizadas e sob efeitos de entorpecentes, ou a pessoas mascaradas ou portando qualquer material que dificulte a identificação.

O acesso a vendedores ambulantes e também não estará permitido o uso de guarda-chuvas ou sombrinhas. "Em caso de chuva, só será permitido o uso de capas de chuva e não será permitido o uso de canetas de laser", lembrou a polícia.

AFP