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Captura de tela de vídeo da AFP em 3 de maio de 2017 durante debate em La Plaine-Saint-Denis mostra a candidata Marine Le Pen

(afp_tickers)

O Parlamento francês suspendeu nesta quarta-feira (8) a imunidade da líder de extrema direita, Marine Le Pen, por fotos de vítimas do grupo extremista Estado Islâmico que ela difundiu pelo Twitter, uma decisão que a deputada denunciou como uma "baixeza politiqueira".

Em dezembro de 2015, a líder da Frente Nacional postou três fotos sob o título "Isto é o Daesh!", que mostravam, sucessivamente, um prisioneiro do EI esmagado por um tanque, outro em chamas dentro de uma jaula e um homem decapitado com a cabeça apoiada nas costas.

A foto do recém-decapitado era do corpo do americano James Foley, e Le Pen teve que retirá-la depois que a família expressou ter se sentido "profundamente chocada" com seu ato.

Le Pen é investigada pela Justiça francesa por estes tuítes, e ao ter suspensa a imunidade parlamentar, deverá comparecer perante um juiz.

"A liberdade de expressão e de denúncia, consubstacional com o papel de deputado, morreu com esta decisão de baixeza politiqueira", reagiu Le Pen em declarações à AFP.

"É melhor ser um jihadista que volta da Síria do que uma deputada que denuncia as aberrações do EI", acrescentou.

Le Pen e outro deputado da FN, Gilbert Collard, de quem o Parlamento já suspendeu a imunidade, tinham decidido divulgar estas imagens para protestar contra a comparação feita por um jornalista, Jean-Jacques Bourdin, entre a FN e o EI.

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AFP