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O presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Julio Borges, em Caracas, em 13 de abril de 2017

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A maioria opositora do Parlamento venezuelano pediu à comunidade internacional, nesta quinta-feira (27), que exija do governo de Nicolás Maduro a antecipação da eleição presidencial, prevista para dezembro de 2018.

Ao acusar Maduro de romper "a ordem constitucional", o Poder Legislativo solicitou ativar os "mecanismos que a Constituição permite para a celebração de uma eleição presidencial antecipada ainda em 2017". O manifesto foi aprovado durante uma sessão especial em um estádio de Caracas.

A Câmara pediu aos governos da América Latina e do Caribe, assim como a organismos como Nações Unidas, Organização dos Estados Americanos (OEA) e Mercosul, pressionar Maduro para que estabeleça "de maneira imediata um cronograma eleitoral integral" que inclua as eleições de governadores e prefeitos este ano.

As eleições regionais deveriam ter sido realizadas em dezembro passado, e as municipais estão programadas para o fim de 2017.

O manifesto também pede apoio para que se respeite a autonomia do Parlamento, que se autorize o recebimento de comida e remédios, em grave escassez, e se libertem os "presos políticos".

Solicita ainda que se desmobilizem as "forças paramilitares", como a oposição chama os grupos que apoiam o governo, os quais acusa de estarem armados.

Os deputados se recusam a retomar um frustrado diálogo com o governo, após o fracasso em dezembro passado. Essa foi a última tentativa feita, com mediação do Vaticano. A oposição considera que o governo descumpriu o que havia sido acertado até então.

"Não acreditamos em diálogos construídos com base na força e na repressão", acrescentou o documento.

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AFP