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O presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Julio Borges, em Caracas, em 13 de abril de 2017

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A maioria opositora do Parlamento venezuelano pediu nesta terça-feira às Forças Armadas para que parem de reprimir as manifestações da oposição e que sejam leais à Constituição, um dia antes de um protesto convocado contra o presidente Nicolás Maduro.

"Seus líderes nas Forças Armadas devem ouvir a queixa dos homens que usam uniformes e que também sofrem com a crise (...) exigimos o fim dos abusos, do assédio, da repressão", declarou Julio Borges, presidente do Legislativo.

"Amanhã, a Venezuela estará nas ruas pacificamente e será o momento das Forças Armadas demonstrarem que estão ao lado da Constituição e ao lado do povo", acrescentou Borges, ao ler uma mensagem dirigida aos militares na entrada do Parlamento, escoltado por vereadores da oposição.

Ele assegurou que não se trata de "uma reação" ao ato do ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, que ratificou na segunda-feira a "lealdade absoluta" das Forças Armadas a Maduro, em um ato militar em frente ao palácio presidencial de Miraflores.

"Vocês juraram lealdade à Constituição e à lei. A mais ninguém", expressou o líder parlamentar.

A oposição convocou uma grande manifestação na quarta-feira contra o governo de Maduro para exigir eleições gerais como uma solução para a crise política e econômica que o país enfrenta.

"O povo venezuelano, neste momento, só quer exercer o direito previsto ao voto, que está na Constituição", afirmou Borges.

Em 1º de abril, a oposição lançou uma série de protestos em todo o país que resultaram em distúrbios, com saldo de cinco mortos, dezenas de feridos e mais de 200 presos.

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AFP