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Manifestantes filipinos queimam o retrato do presidente Rodrigo Duterte

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Milhares de partidários e adversários do presidente filipino Rodrigo Duterte participaram nesta quinta-feira de manifestações a favor e contra o chefe de Estado em sua "guerra contra as drogas".

Um importante número de policiais foi mobilizado para evitar confrontos nas manifestações realizadas 45 anos depois que o ex-ditador Ferdinand Marcos promulgou a lei marcial no país.

O círculo de Duterte, que tambén instaurou um regime de exceção no sul do arquipélago para acabar com a revolta jihadista, alertou que o presidente poderá estender a lei marcial para todo o país se os protestos forem violentas.

"Nosso país está se transformando em um cemitério. Pessoas morrem todos os dias, como na época de Marcos", declarou Pedro Gonzales, um dos líderes das manifestações contra Duterte.

Os defensores do presidente também compareceram em grande número, um sinal da popularidade do homem que consideram capaz de erradicar o tráfico de drogas e a corrupção.

Duterte venceu as eleições de 2016 graças a uma campanha na qual prometeu acabar com o tráfico executando 100.000 traficantes e viciados.

Desde sua chegada ao poder, a polícia disse ter matado 3.800 pessoas ligadas às drogas, e outras milhares morreram em circunstâncias pouco claras.

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AFP