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O ministro argentino da Economia e pré-candidato a deputado Axel Kicillof, em Nova York, no dia 27 e abril de 2015

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Uma polêmica tomou conta da Argentina nesta terça-feira, com o pedido na justiça de uma investigação do patrimônio do ministro da Economia e pré-candidato a deputado Axel Kicillof. O ministro acusou a oposição a orquestrar uma manobra eleitoral.

O promotor Eduardo Taiano acolheu a denúncia de um cidadão para que se averigue se Kicillof teve enriquecimento ilícito no exercício do cargo.

"É uma operação de um senhor do PRO (Proposta Republicana, oposição de direita)", acusou Kicillof em declaração ao canal C5N.

Os jornais Clarín e La Nación informaram em seus sites que o denunciante, Santiago Dupuy de Lome, é um advogado vinculado ao PRO, partido do candidato a presidente e atual prefeito de Buenos Aires Mauricio Macri.

O pedido de investigação do patrimônio de Kicillof foi conhecido há cinco dias antes das eleições pata eleger o prefeito da capital argentina e a pouco mais de um mês das primárias nacionais obrigatórias de 9 de agosto, com uma participação de aproximadamente de 32 milhões de eleitores.

As primárias consagrarão as fórmulas presidenciais e as candidaturas a deputados e senadores para as eleições gerais de 25 de outubro.

Kiciloff é o primeiro candidato a deputado na lista da presidente Cristina Kirchner. Seu candidato a presidente é o peronista moderado Daniel Scioli, governador da província de Buenos Aires.

A mandatária não pode se candidatar um terceiro mandato e deixará o governo no dia 10 de dezembro.

AFP