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Mulher joga Pokémon Go no parque em frente à Casa Branca

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O Pentágono não gosta do Pikachu. Na última das notícias bizarras sobre o fenômeno mundial que é o Pokémon Go, autoridades do Departamento de Defesa dos Estados Unidos disseram nesta sexta-feira que os funcionários não devem baixar o jogo nos seus smartphones funcionais.

"Vocês podem imaginar uma série de razões pelas quais isso não seria uma coisa prudente a se fazer", disse o vice-secretário de imprensa do Pentágono, Gordon Trowbridge, a repórteres.

"À parte de qualquer preocupação com segurança, eu acho que os contribuintes apreciariam que os telefones do governo fossem usados para os negócios do governo", completou.

Pokémon Go é um aplicativo de realidade aumentada, através do qual os usuários caçam criaturas virtuais - como o amarelo e peludo Pikachu - espalhadas pelo mundo, muitas vezes em locais improváveis.

O jogo se tornou uma mania global, com multidões de jogadores correndo de um lado para o outro e até mesmo invadindo propriedades para tentar caçar os pequenos monstros.

A tecnologia de realidade aumentada usa o sistema de localização por satélite dos smartphones para acrescentar elementos virtuais às imagens do mundo real, quando estas são focadas pelas câmeras dos celulares.

Várias instalações militares alertaram as tropas sobre os possíveis perigos de jogar Pokémon Go nas bases, incluindo pistas de pouso de aviões.

Trowbridge, brincando, disse que não podia confirmar definitivamente os relatos de que um centro de treinamento de Pokémons foi colocado no pátio central do grande edifício do Pentágono.

"Eu ouvi dizer que ainda há um ginásio no pátio central. Eu não sou um jogador, por isso vou repassar a questão para outros", disse Trowbridge.

"Eu posso confirmar isso", brincou o porta-voz do Pentágono Jeff Davis.

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AFP