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Usina de energia termelétrica é vista em Tianjin, China, em 25 de outubro de 2013

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Pequim fechou nesta quarta-feira a primeira de quatro usinas térmicas a carvão, previstas para terem suas atividades suspensas, como parte dos esforços para conter a sufocante contaminação do ar que afeta a capital chinesa, informou a imprensa oficial.

Com 50 anos de existência, a Usina Termelétrica Gaojing, deve ser substituída por uma usina a gás, uma das quatro a ser construídas em Pequim para impulsionar sua confiança na energia limpa, noticiou a agência oficial Xinhua.

As outras três principais usinas a carvão em Pequim serão fechadas até 2016, acrescentou a Xinhua.

Segundo a agência, um plano de cinco anos foi apresentado para a cidade no ano passado com o objetivo de eliminar o consumo de carvão, promover o uso de energia limpa e reprimir os principais poluidores.

Pequim é afetada com frequência por fortes episódios de 'smog', neblina causada por contaminantes, que é o principal motivo de reclamação dos moradores da cidade.

Os níveis de PM2.5, os particulados menores e mais perigosos, por serem capazes de chegar até os pulmões, chegou a atingir 12 vezes o nível máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde durante o verão, de acordo com medições feitas pela embaixada americana em Pequim.

No entanto, segundo a Xinhua (Nova China), a média de PM2.5 no primeiro semestre de 2014 representou uma queda de 11,2% em um ano.

No ano passado, episódios graves de 'smog' atingiram 40 vezes os limites da OMS, acrescentou a embaixada dos EUA.

A Usina Termelétrica Gaojing é uma subsidiária da estatal China Datang Corp.

AFP