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(Arquivo) Abelhas, em fazenda produtora de mel em Washington, D.C.

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Vestígios de pesticidas tóxicos usados contra as abelhas foram detectados em 75% do mel produzido no mundo inteiro, provocando preocupação com a sobrevivência destes polinizadores essenciais para a agricultura.

As concentrações encontradas em 198 amostras de mel produzidas no mundo todo não são consideradas perigosas para os humanos. Na verdade, são inferiores ao limite máximo permitido pela União Europeia, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science.

Depois de constatarem que 34% das amostras continham "concentrações de neonicotinoides que se sabe que são prejudiciais" para as abelhas, os cientistas alertaram que a exposição crônica a estes pesticidas ameaçava a sobrevivência destes pequenos insetos.

"Estas descobertas são alarmantes", disse Chris Connolly, especialista em neurobiologia da Universidade de Dundee e autor de um artigo que acompanha a publicação do estudo.

As abelhas polinizam as plantas quando buscam o néctar das flores, que depois se acumula nas colmeias para formar o mel espesso.

Esses insetos intervém na polinização de mais de 90% dos 107 cultivos mais importantes existentes na Terra, mas nos últimos anos sucumbiram à síndrome do colapso das colônias das abelhas. Este misterioso mal leva ao desaparecimento ou morte de enxames inteiros.

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AFP