Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Plataforma de petróleo perto de Tioga, na Dakota do Norte, em 21 de agosto de 2013

(afp_tickers)

O petróleo fechou esta sexta-feira (3) em alta, alcançando seu melhor preço em dois anos, num mercado animado pela redução da quantidade de poços ativos nos Estados Unidos.

O barril do light sweet crude (WTI) para entrega em dezembro ganhou 1,10 dólar, a 55,64 dólares, no New York Mercantile Exchange. Na semana, acumula alta de 3,22%.

No Intercontinental Exchange (ICE) de Londres, o barril do Brent do Mar do Norte para entrega em janeiro teve alta de 1,45 dólar, terminando em 62,07 dólares. Ele fecha a semana com alta total de 2,70%.

Os preços foram beneficiados na sessão desta sexta pelo anúncio de uma redução significativa do número de poços ativos nos Estados Unidos, um dado publicado pela empresa Baker Hughes. Eles caíram de 737 a 729, um sinal de que a produção americana pode diminuir a curto prazo.

"É uma queda substancial", comentou James Williams da WTRG Economics. "Apesar de a queda se referir principalmente a regiões que não são essenciais para o mercados, foi o bastante nesta sexta para acentuar a alta dos preços", acrescentou.

Os preços do petróleo já estavam em alta antes da publicação do indicador, "estimulados pela mesma tendência que os fez subir há cerca de dois meses e que está alimentado pela contínua redução das reservas, especialmente nos Estados Unidos, e pela multiplicação de sinais favoráveis à extensão do acordo de limitação da produção da Opep", destacou Gene McGillian, da Tradition Energy.

A Organização de Países Exportadores de Petróleo se comprometeu com outros países produtores, como a Rússia, a restringir suas extrações para limitar a oferta da commodity no mercado mundial e tentar, assim, reorientar os preços. O acordo vigora até março de 2018.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP