Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Ministros de países da Opep e de outros grandes produtores em São Petersburgo, na Rússia, em 24 de julho de 2017

(afp_tickers)

O petróleo fechou em alta nesta segunda-feira, animado pelo compromisso da Arábia Saudita de reduzir sua produção.

O barril de "light sweet crude" (WTI) avançou 57 centavos, a 46,34 dólares, nos contratos com entrega em setembro negociados no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para setembro encerrou a sessão em 48,60 dólares, uma alta de 54 centavos em relação à última sexta-feira.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reuniu com outros países produtores, como a Rússia, nesta segunda-feira em São Petersburgo para revisar as cotas de produção estabelecidas em janeiro para reduzir a oferta e ampliar os preços da commodity.

Na reunião, o ministro de Energia saudita, Khaled Al-Faleh, disse que quer enfrentar a queda do preço do barril. Ele indicou que as exportações de seu país serão reduzidas em agosto a 6,6 milhões de barris diários, contra os mais de 7,2 milhões ao dia exportados em alguns meses do ano passado.

A declaração de Al-Faleh "permitiu ao mercado ver que a Arábia Saudita quer fazer de tudo para que os preços não caiam mais", disse John Kilduff da Again Capital.

Outra conquista da reunião foi a adoção do plano de redução da oferta pela Nigéria, após a oferta do país aumentar a 1,8 milhões de barris por dia.

A Nigéria e a Líbia, ambas integrantes da Opep, tinham sido liberadas do regime de cotas devido aos prejuízos enfrentados pela indústria petroleira devido a conflitos internos.

AFP