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As reservas de petróleo subiram claramente menos do que o previsto na semana passada nos Estados Unidos

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O petróleo operou nesta terça-feira em Nova York em seu nível mais baixo em seis meses, diante dos indícios de uma menor demanda nos Estados Unidos antes do informe sobre as reservas de petróleo do país.

O barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega em setembro, que na segunda-feira havia revertido os cinco dias consecutivos de queda, voltou a cair, com uma perda de 91 centavos no New York Mercantile Exchange (Nymex), onde foi cotado a 97,38 dólares.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte para entrega em setembro recuou 80 centavos, a 104,61 o barril.

"A fragilidade no mercado de gasolina pesa sobre o mercado de petróleo", explicou Tim Evans, da Citi.

Vários observadores se surpreendem há várias sessões pelo incremento das reservas de gasolina nos Estados Unidos em pleno verão, temporada de longas viagens de automóvel.

As perspectivas para a demanda de cru na China, segundo consumidor mundial de petróleo, também foram ofuscadas pelo anúncio de desaceleração da atividade no setor de serviços, refletida no índice PMI do banco HSBC.

Os negociadores se mantêm atentos às potenciais pertubações que podem afetar a oferta de petróleo bruto no mercado mundial, como os conflitos na Líbia, no Iraque e entre Rússia e Ucrânia. "Até o momento, apesar de todas as informações sobre o incremento da tensão nesses países produtores, o petróleo continua a fluir", ressaltou John Kilduff, da Again Capital.

AFP