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(Arquivo) Poço de petróleo perto da cidade de Andrews, Texas

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O preço do petróleo em Nova York fechou quase no mesmo nível que na segunda-feira, devido à cautela dos investidores, que esperam para avaliar as consequências do aumento da tensão no Iraque sobre o mercado mundial de petróleo.

O barril de light sweet crude (WTI) para entrega em novembro subiu apenas 1 centavo, fechando a 51,88 dólares no New York Mercantile Exchange.

No Intercontinental Exchange (ICE) de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em dezembro, fechou a 57,88 dólares, alta de 6 centavos em relação a segunda-feira.

As tropas governamentais iraquianas recuperaram, na terça-feira, cinco das seis jazidas de petróleo da província de Kirkuk, após a retirada das forças curdas, que tinham se instalado nestes campos em 2014, em meio a uma fulgurante ofensiva do grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque, que fez as tropas iraquianas fugirem.

Bagdá recupera, assim, uma potencial produção de mais de 400 mil barris diários, bem como a sede da estatal North Oil Company, situada em Kirkuk.

Os curdos, agora, controlam apenas um campo pequeno na região, o de Kurmala, que produz cerca de 10 mil barris diários de petróleo.

Mas tanto as autoridades iraquianas, quanto as curdas "não têm interesse na interrupção das atividades desses campos, porque precisam dos recursos", destacou Andy Lipow, da Lipow Oil Associates. "A curto prazo, não são esperadas perturbações maiores".

Os investidores acompanham de perto, também, a evolução da situação do lado do Irã, após a decisão do presidente Donald Trump de não certificar que Teerã respeita seus compromissos.

Isso dá ao Congresso a possibilidade de restabelecer certas sanções econômicas suspensas em 2016, como a proibição de exportar petróleo, após a assinatura do acordo com as grandes potências.

Mas "ainda não chegamos às sanções e, provavelmente, não chegaremos nunca, à medida que os outros países procuram defender o acordo com o Irã", opinou John Kilduff, da Again Capital.

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AFP