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Sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), em Caracas, no dia 2 de agosto de 2016

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Alegando "ameaças" contra seus funcionários, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela decidiu nesta quinta-feira adiar o anúncio sobre a data do recolhimento de assinaturas para o referendo revogatório do mandato do presidente Nicolás Maduro, que estava previsto para esta sexta-feira.

O CNE informou a suspensão de suas atividades em resposta ao chamado da coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) para protestos em várias cidades visando exigir o referendo.

Os órgãos eleitorais não funcionarão na sexta-feira e reabrirão na segunda, comunicou o CNE, sem precisar se neste dia haverá uma decisão sobre o referendo.

O CNE "decidiu isto (...) diante da convocação de protestos para os arredores das sedes em todo o país, que têm sido atacadas em diversas oportunidades, desde abril deste ano".

Segundo o Conselho Eleitoral, na quarta-feira foi iniciada "a revisão do processo de recolhimento das assinaturas de 20% do total de eleitores para a possível ativação do referendo revogatório presidencial, que deveria terminar nesta sexta-feira", mas diante do anúncio da mobilização opositora, "o tema só será retomado na segunda-feira".

A oposição exige que o referendo seja realizado ainda este ano e acusa o CNE de retardar o processo para favorecer Maduro.

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AFP