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O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, parabeniza oficiais das forças de segurança pela prisão de 15 suspeitos de atentados em Bogotá, em foto cedida pela Presidência colombiana, no dia 8 de julho de 2015

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Quinze pessoas foram detidas nesta quarta-feira, na Colômbia, por suposto envolvimento nos atentados com explosivos ocorridos em Bogotá no último ano, informaram as autoridades, que atribuem os ataques à guerrilha do ELN.

O presidente Juan Manuel Santos, promotor do processo de paz com os grupos rebeldes para acabar com 50 anos de conflito armado no país, confirmou as detenções no Twitter, onde citou "pessoas do ELN responsáveis por explosões em Bogotá".

"Continuaremos operativos para chegar a todos os responsáveis por semear o terror na capital", escreveu Santos, anunciando que os autores "pagarão pelos atentados".

Bogotá foi sacudida na quinta-feira passada por explosões em dois pontos diferentes da cidade, que deixaram dez feridos leves e danos materiais.

Um dia depois, Santos apontou como possível responsável pelos ataques o Exército de Libertação Nacional (ELN), segundo grupo rebelde da Colômbia e com o qual o governo realiza conversações exploratórias de paz desde janeiro de 2014.

Segundo as investigações, os detidos fazem parte de "uma célula nascente do ELN em nível urbano em Bogotá".

A operação que levou às prisões foi iniciada em junho de 2014 e "permitiu chegar à estrutura do ELN que realizou 14 ações terroristas que perturbaram a tranquilidade em Bogotá no último ano".

Fundado por camponeses e líderes estudantis em 1964, o ELN conta hoje com cerca de 2.500 integrantes.

AFP