Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Manifestantes bloqueiam uma avenida de Hamburgo

(afp_tickers)

A polícia de Hamburgo, na Alemanha, pediu nesta sexta-feira reforços para lidar com as manifestações anti-G20, que impediram a mulher do presidente americano de deixar o local onde está hospedada.

A polícia de Hamburgo, que já recebe o apoio de forças de todo o país e também da Áustria, solicitou este apoio suplementar "para aliviar" seus efetivos, indicou um porta-voz, confirmando uma informação do jornal Die Welt.

Unidades da polícia de choque de Berlim e da região de Schleswig-Holstein indicaram que preparam o envio de centenas de agentes para Hamburgo.

As forças de ordem já mobilizaram mais de 20.000 agentes para garantir a segurança em Hamburgo, por ocasião da cúpula dos líderes das 20 maiores economias do mundo.

Mas as muitas manifestações organizadas há dias e os confrontos registrados na quinta-feira à noite e nesta sexta-feira, dia da abertura da cúpula, representam um grande desafio para as forças de segurança.

Neste ambiente, a esposa do presidente Donald Trump, Melania Trump, ficou bloqueada em sua residência em Hamburgo, segundo indicou sua porta-voz.

"Ainda não conseguimos autorização de saída da polícia para deixar o imóvel", afirmou a porta-voz à agência de notícias alemã DPA.

Uma fonte próxima da delegação de Donald Trump no G20 confirmou a informação à AFP.

Donald Trump e sua esposa estão hospedados na casa de hóspedes do governo da cidade-estado de Hamburgo, uma bela mansão à beira mar.

Por causa dos incidentes e protestos, o programa das esposas dos líderes do G20 precisou ser mudado.

Melania não participou de um passeio de barco nesta cidade portuária e a visita a um centro sobre o clima marcada para o meio-dia foi cancelada e substituída por um debate em um hotel de Hamburgo, de acordo com uma fonte próxima à organização.

A polícia indicou que 159 dos seus agentes foram levemente feridos nos incidentes com manifestantes até o momento.

AFP