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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa após a chegada do quinto submarino alemão da armada israelense, em Haifa, em 12 de janeiro de 2016

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A polícia israelense anunciou, neste domingo, a detenção de seis pessoas para serem interrogadas pelo possível envolvimento num caso de corrupção relacionado à compra de submarinos alemães por Israel.

Entre os detidos, estão David Sharan, ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, bem como um ex-comandante da Marinha, o almirante da reserva Eliezer Marom, que já foi interrogado pelos investigadores.

A Alemanha revelou, em julho, a assinatura de um acordo para a venda de três submarinos Dolphin, do gigante industrial ThyssenKrupp, a Israel, segundo uma autoridade israelense.

A decisão foi tomada após a detenção de vários suspeitos de corrupção ou lavagem de dinheiro em torno dessa transação.

David Shimron, primo e advogado pessoal de Benjamin Netanyahu, também representa a ThyssenKrupp em Israel e foi interrogado e depois liberado.

Autoridades israelenses garantem que a Alemanha não desistiu do acordo, mas esperava os resultados da investigação, segundo o jornal Yediot Aharonot.

O ministro de Justiça israelense anunciou, em fevereiro, que tinha aberto uma investigação sobre esse caso, destacando que Netanyahu não era considerado suspeito.

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AFP