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Grupos americanos de defesa da liberdade de imprensa acusaram a Polícia de St. Louis de destratar jornalistas que faziam a cobertura dos protestos que duraram semanas depois da absolvição de um ex-agente em um caso de assassinato

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Grupos americanos de defesa da liberdade de imprensa acusaram nesta quarta-feira (25) a Polícia de St. Louis, no Missouri, de destratar jornalistas que faziam a cobertura dos protestos que duraram semanas depois da absolvição de um ex-agente em um caso de assassinato.

Ao menos 10 jornalistas foram presos desde meados de setembro nesta cidade do meio-oeste, segundo uma carta aberta assinada por 18 organizações, incluindo o sindicato de jornalistas.

"Os jornalistas (...) foram atingidos por gás de pimenta, insultados, ludibriados e tratados com força excessiva pela Polícia. Jornalistas que se identificaram e mostraram seus crachás de imprensa também foram presos", assinala a carta.

Os repórteres cobriam as manifestações que começaram depois do veredito emitido em 15 de setembro que declarava não culpado o ex-policial Jason Stockley, branco, pela morte em 2011 do afro-americano Anthony Lamar Smith.

A Polícia reprimiu duramente e prendeu muitos manifestantes. Participantes e jornalistas reportaram táticas violentas, como o uso indiscriminado de gás de pimenta e a prisão de pedestres inocentes.

O gabinete do prefeito de St. Louis emitiu um comunicado no fim de setembro qualificando como "preocupantes" as acusações de abuso policial.

A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, em inglês) espera o parecer da Justiça sobre uma solicitação de proibir as táticas agressivas durante as manifestações.

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AFP