Navigation

Polícia detém 35 estudantes no Chile em protesto contra projetos de Piñera

Estudantes chilenos participam de manistação contra o governodo presidente Sebastián Piñera em Santiago, em 25 de abril de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 25. abril 2019 - 21:57
(AFP)

A polícia deteve 35 estudantes durante um protesto em Santiago do Chile nesta quinta-feira, na primeira manifestação da categoria neste ano contra projetos de lei que aumentam as sanções por violência estudantil e o endividamento por crédito educativo, promovidos pelo presidente Sebastián Piñera.

Ao menos sete mil pessoas participaram da manifestação convocada pela Confederação de Estudantes do Chile (Confech) e organizações estudantis e que ocupou a principal avenida da capital Santiago, a alameda Bernardo O'Higgins

Durante o protesto, foram registrados alguns confrontos com policiais, que lançaram jatos d'água e gás lacrimogênio contra os estudantes.

Os incidentes deixaram 35 detidos, incluindo seis menores, e seis policiais ficaram feridos, revelou um oficial.

Entre os projetos de lei, enviados recentemente para o Congresso por Piñera e que são criticados pelos estudantes, está a chamada lei 'Aula Segura', que permite a expulsão imediata de alunos envolvidos em ocupações ilegais ou em atos de violência em instituições de ensino.

O movimento também critica o endividamento de mais de 600 mil estudantes por créditos educativos para pagamento de mensalidades nas instituições de ensino privado e que deverão ser honrados ao longo de décadas. Até 2018, esta dívida superava os 4,5 milhões de dólares, segundo o governo.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.