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Polícia prende quase mil suspeitos de homicídio e feminicídio no Brasil

Uma grande operação policial foi deflagrada em 23 dos 27 estados brasileiros e deteve 968 suspeitos de homicídio ou feminicídio. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. maio 2019 - 17:57
(AFP)

Uma grande operação policial foi deflagrada nesta terça-feira em 23 dos 27 estados brasileiros e deteve 968 suspeitos de homicídio ou feminicídio, informou o Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil.

Na segunda fase da Operação Cronos foram realizadas 912 detenções - incluindo 31 apreensões de menores - por suspeita de homicídio, e 56 por feminicídio.

O estado do Rio de Janeiro liderou o número de detenções, com 150.

A imprensa local informou que entre os detidos no Rio está um dos suspeitos da morte, em abril de 2018, do estudante de arte Matheus Passareli, 21 anos, de identidade de gênero não binária, cuja assassinato chocou a comunidade LGBT do Brasil.

O detido confessou ter participado do assassinato e da ocultação do cadáver de Matheusa ou "Theusa", como preferia ser chamada a vítima, que desapareceu após deixar uma festa na zona norte do Rio e foi executado por traficantes de drogas.

O progresso da operação desta terça-feira foi acompanhado por fotos e vídeos divulgados em tempo real pelas redes sociais da polícias dos diversos estados.

"Com a prisão dos autores de homicídios esperamos impedir a prática de novos crimes", tuitou a Polícia Civil do Pará.

Na primeira fase da Operação Cronos, realizada em agosto, a polícia deteve 2.968 pessoas acusadas de homicídio, feminicídio e violência doméstica, entre outros crimes.

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