Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Funcionária da Europol, órgão europeu de cooperação policial situado em Haia, no dia 31 de maio de 2017

(afp_tickers)

As polícias espanhola e finlandesa, em colaboração com o Escritório Europeu da Polícia, prenderam 24 membros de uma suposta rede de prostituição que usava jovens nigerianas em busca de asilo, explicou a Europol nesta quinta-feira.

"As vítimas, a maioria mulheres jovens e vulneráveis nigerianas, era recrutadas na Nigéria e levadas à Espanha pela Itália", indicou a agência de polícia europeia sediada em Haia.

"Uma vez na Espanha, eram forçadas a exercer a prostituição, a maioria nas cidades de Benidorm e Málaga, mas também em Madri, Barcelona, Soria e Gandía (Valência)", precisou o comunicado da Europol.

A polícia espanhola deteve os supostos membros da quadrilha em diversas cidades espanholas, apesar de seu líder ter sido detido em Helsinque, "graças a uma cooperação internacional eficaz".

A investigação teve início depois de as autoridades serem alertadas de que duas mulheres nigerianas que buscavam asilo podiam ser vítimas de tráfico de seres humanos.

"A investigação revelou a existência de um grupo de crime organizado que operava na Espanha e tinha grande infraestrutura na Nigéria, bem como laços com Níger, Líbia e Itália".

As mulheres eram levadas à Espanha, onde era pedido que solicitassem proteção internacional e asilo "para que pudesse trabalhar para a organização criminal sem problemas caso fossem identificadas pela polícia", apontou a Europol.

O grupo dava documentos falsos às vítimas para pedirem asilo, completou a agência.

Em agosto, a polícia espanhola já tinha desarticulado uma rede que obrigava transexuais a se prostituírem, a maioria delas procedentes da Venezuela.

Um dos grupos da rede, dirigido por um italiano e um espanhol, explorava transexuais em um apartamento de Barcelona, enquanto outro operava em Palma de Mallorca.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP