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Jared Kushner, assessor e genro de Donald Trump

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Jared Kushner usou uma conta pessoal de e-mail com assistente da Casa Branca em sua condição de assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seu sogro, informa o portal Politico.

Quando era candidato, Trump atacava com frequência a adversária democrata Hillary Clinton por ter usado um servidor privado de mensagens eletrônicas quando era secretária de Estado. Ele chegou a afirmar que a rival deveria "ir para a cadeia" por esta questão.

Após uma investigação, o FBI recomendou que não fossem apresentadas acusações contra Hillary, mas destacou que a democrata havia sido "extremamente descuidada" para administrar informação sensível.

O portal Politico cita quatro fontes e afirma que Kushner usou um servidor pessoal para enviar mensagens a altos funcionários da Casa Branca e a assessores externos sobre a cobertura da imprensa, eventos programados e outros temas.

Não há evidência de que os e-mails incluíssem informações altamente sensíveis ou confidenciais, indica o portal, mas poderiam significar uma infração à Lei de Registros Presidenciais, que exige que todos os documentos relacionados a atividades pessoas e oficiais do presidente sejam arquivados.

As muitas atribuições de Kushner no governo de Trump incluem promover a paz no conflito palestino-israelense.

Um advogado de Kushner, Abbe Lowell, confirmou o relato do Politico em um comunicado.

"Menos de 100 e-mails de janeiro a agosto foram enviados ou respondidos pelo Sr. Kushner a colegas na Casa Branca a partir de sua conta de e-mail pessoal", afirma Lowell.

Além da controvérsia sobre os e-mails, Kushner enfrenta uma investigação pelo suposto conluio da campanha de Trump com a Rússia para interferir nas eleições de 2016, que é objeto de várias investigações, incluindo uma do promotor independente Robert Mueller.

Em junho de 2016, o filho mais velho de Trump, Donald Trump Jr, Kushner e o então diretor de campanha Paul Manafort se reuniram com uma advogada do governo russo que um intermediário afirmou que teria informações comprometedoras sobre Hillary Clinton.

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AFP