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(Arquivo) Foto tirada em 25 de setembro de 2015 mostra o prefeito de Seattle, Ed Murray

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O prefeito da cidade americana de Seattle, Ed Murray, anunciou nesta terça-feira a renúncia a seu cargo depois de ser acusado de abusar sexualmente de cinco crianças há décadas.

A renúncia será efetivada no final da tarde de quarta-feira, informou um comunicado de seu gabinete enviado à AFP.

"Embora as acusações contra mim não sejam verdade, é importante que meus assuntos pessoais não afetem a capacidade do governo da cidade", disse o prefeito de 62 anos, abertamente homossexual.

"Ficou claro que diante das mais recentes notícias da imprensa é melhor que dê um passo atrás. Ao povo dessa cidade especial e à minha equipe, sinto muito por esta situação tão dolorosa".

O jornal The Seattle Times publicou nesta terça-feira a mais recente das denúncias: um primo de Murray -Joseph Dyer- assegurou que com 13 anos foi forçado pelo prefeito de fazer sexo quando dividiam um quarto em Nova York em meados dos 70.

Com Dyer, hoje com 54, chegam a cinco as supostas vítimas de abuso sexual, uma delas envolve uma denúncia por "prostituição infantil".

Aparentemente, ele ofereceu dinheiro a um jovem de 15 anos por sexo no final dos anos 1980.

Prefeito desde janeiro de 2014, Murray desistiu da reeleição por esses escândalos.

Antes de ser prefeito foi membro na assembleia legislativa do estado de Washington por 19 anos, tempo durante o qual liderou a campanha para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ele está casado desde 2013 com seu companheiro de mais de duas décadas.

O presidente da Câmara Municipal, Bruce Harrell, assumirá o cargo de forma interina.

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AFP