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O presidente argentino, Mauricio Macri, durante coletiva de imprensa na Casa Rosada, em Buenos Aires, no dia 17 de janeiro de 2017

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O presidente argentino, o conservador Mauricio Macri, afirmou que a Venezuela é apenas uma "pseudo-democracia" e atacou os "populismos", em uma entrevista concedida a vários meios de comunicação espanhóis, antes de sua visita à Espanha na próxima semana.

"Basta de eufemismos, a Venezuela não é uma democracia", declarou, segundo os jornais El País, El Mundo e ABC. "Há uma pseudo Suprema Corte. Os direitos humanos não são respeitados", acrescentou, em alusão à república bolivariana liderada por Nicolas Maduro.

Na quinta-feira, este tribunal confirmou a sentença de 14 anos de prisão para Leopoldo Lopez, figura da oposição.

"O governo anterior estava à beira da 'chavizar' a Argentina e tivemos que lutar muito para evitar isso", disse.

Para Macri, o principal inimigo é o "populismo", descrito com uma metáfora: "O populismo é como um pai que convida toda a sua família para a Europa para hotéis cinco estrelas e, quando eles retornam, o pai liquidou a casa (... ). É "viver um momento maravilhoso para depois perceber que quebrou o país, e ficou sem reservas e sem infraestruturas", afirma o El Mundo.

O ex-empresário argentino, que completou no dia 10 de dezembro um ano de um mandato difícil, especialmente em matéria econômica, invoca regularmente o legado "catastrófico" de 12 anos de presidência de Néstor (2003-2007) e Cristina Kirchner (2007-2015), marcada por um alinhamento diplomático com Lula e Dilma Rousseff e com a Venezuela de Hugo Chávez.

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AFP