Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) O presidente da Bolívia, Evo Morales

(afp_tickers)

O presidente boliviano, Evo Morales, estava em Cuba nesta quinta-feira para tratar um quadro viral que provocou sinusite e infecção na garganta, em meio a suspeitas da oposição sobre a gravidade do problema.

Morales, 57 anos, viajou na quarta-feira para Havana com o objetivo de realizar uma revisão médica, informou em entrevista coletiva o vice-presidente, Álvaro García, precisando que a bateria de exames terminou na madrugada desta quinta.

Álvaro Garcia explicou que o presidente optou por viajar para Cuba porque sentia "dores muito fortes, que não o deixavam dormir, na parte direita do abdome".

"Os resultados médicos são tranquilizantes, não há motivo para alarme (...), sua saúde está controlada, não é nada grave, não há complicações em órgãos internos, é uma virose".

Morales observará entre quatro a cinco dias de repouso, informou o vice-presidente, sem dar mais detalhes.

Segundo Gabriela Montaño, presidente da Câmara dos Deputados, Morales esteve "durante mais de um mês e meio sendo tratado na Bolívia por cinco especialistas, sem os resultados esperados".

O senador opositor Oscar Ortiz denunciou que "chama a atenção" uma viagem que "dificilmente ocorreria apenas por uma infecção de garganta".

Oscar Urenda, secretário de Saúde da região de Santa Cruz, governada pela oposição, criticou Morales por não utilizar os serviços médicos da Bolívia, como já ocorreu no passado, mostrando que "não confia em nossos especialistas".

Em meio às críticas, a ministra da Saúde, Ariana Campero, exigiu que se respeite a decisão de Morales de recorrer aos médicos cubanos.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP