Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Médicos aguardam o início de uma visita guiada de jornalistas ao Centro Médico de Seul organizada pelo governo

(afp_tickers)

A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, adiou a visita aos Estados Unidos depois que o balanço de mortes provocada pelo coronavírus MERS subiu a nove nesta quarta-feira, após o falecimento de dois pacientes.

"A presidente Park decidiu adiar a viagem aos Estados Unidos para ajudar a acabar com a epidemia de MERS e tratar da segurança pública", afirmou o porta-voz Kim Sung-Woo.

As autoridades sul-coreanas informaram nesta quarta-feira que o coronavírus MERS já matou nove pessoas no país, após o falecimento de dois idosos.

Segundo o ministério da Saúde, foram registrados 13 novos casos de MERS, o que eleva o total de infectados na Coreia do Sul a 108.

As duas últimas mortes correspondem a uma mulher de 75 anos e a um homem de 62, que foram infectados no hospital Samsung, o grande centro médico do sul de Seul, onde ocorreu o maior número de contágios.

Este é o maior foco da doença fora da Arábia Saudita, mas as autoridades afirmam que todos os contágios aconteceram em centros médicos e a epidemia não se expandiu para fora dos centros hospitalares.

As autoridades garantem que todas as vítimas fatais do coronavírus já sofriam de outros problemas de saúde, inclusive cardíacos.

O primeiro caso de MERS na Coreia do Sul foi detectado no dia 20 de maio, e gerou grande preocupação no país.

Segundo o boletim mais recente da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicado na quinta-feira, o MERS já matou 442 pessoas, a maioria na Arábia Saudita.

Este vírus é considerado uma variante mais letal e menos contagiosa da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, sigla em inglês) que matou centenas de pessoas desde que foi detectado na Ásia, em 2003.

Não há vacina contra o coronavírus MERS, que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem uma taxa de mortalidade de 35%.

AFP