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O presidente americano, Donald Trump, em Washington DC, em 19 de julho de 2017

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O presidente do principal sindicato de trabalhadores dos Estados Unidos renunciou nesta terça-feira ao conselho industrial do governo de Donald Trump, afirmando que a resposta do presidente americano à violência de supremacistas brancos em Charlottesville (Virgínia) significa que ele tolera o "preconceito e o terrorismo doméstico".

"Não podemos integrar o conselho de um presidente que tolera o preconceito e o terrorismo doméstico", disse Richard Trumka, presidente do AFL-CIO, em um comunicado no qual anunciou sua renúncia imediata do painel.

"Os comentários de hoje do presidente Trump refutam as declarações forçadas de ontem sobre a KKK [Ku Klux Klan] e os neonazistas. Nós precisamos renunciar em nome da classe trabalhadora americana, que rejeita todas as noções de legitimidade destes grupos preconceituosos", acrescentou Trumka, em alusão a declarações feitas na véspera pelo presidente em que criticou a violência racista.

Mais cedo, Trump reagiu agressivamente a perguntas de jornalistas sobre a demora de sua reação ao comício de supremacistas brancos no fim de semana - e que terminou em um banho de sangue. Segundo o presidente americano, houve "culpa dos dois lados".

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AFP