Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena (E)

(afp_tickers)

O presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, dissolveu o Parlamento nesta sexta-feira (9) e convocou eleições antecipadas pouco depois de seu partido anunciar que não dispõe de maioria suficiente para confirmar seu candidato ao cargo de primeiro-ministro.

Após duas semanas de crise política na ilha, o chefe de Estado ordenou a dissolução da Assembleia, composta por 225 deputados, a partir da meia-noite de sexta-feira. As eleições antecipadas serão celebradas em 5 de janeiro, ou seja, quase dois anos antes do previsto, e a nova assembleia será constituída em 17 de janeiro, acrescentou.

As eleições legislativas não estavam previstas antes de 2020, mas diante do beco sem saída político, o presidente decidiu se arriscar a eleições antecipadas, com a expectativa de obter uma sólida maioria.

O Sri Lanka tem de facto dois primeiros-ministros rivais desde 26 de outubro, quando foi destituído de surpresa o chefe de governo, Ranil Wickremesinghe, que denuncia sua remoção como inconstitucional e se agarra ao poder.

O político eleito como novo premiê pelo presidente é Mahinda Rajapakse, muito criticado pelas organizações de defesa dos direitos humanos.

Wickremesinghe vive entrincheirado em sua residência oficial, em Colombo, apesar das ameaças de expulsão pela força.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.










AFP